Grupo ZA

A segurança hospitalar é uma questão que envolve muito mais do que o atendimento médico e a infraestrutura do local.

Na verdade, ela começa nos detalhes invisíveis no dia a dia: na higienização de caixas d’água, na limpeza correta de caixas de gordura, no controle de pragas e muitos outros detalhes.

Vamos compreender a seguir a importância da prevenção de surtos infecciosos, cumprimento das normas da Anvisa e como construir um ambiente hospitalar realmente seguro.


Os riscos invisíveis: negligenciar a limpeza e o controle de pragas é fatal para a segurança hospitalar

Quando falamos em segurança hospitalar, é normal pensar primeiramente em protocolos médicos e equipamentos.

No entanto, fatores como o acúmulo de resíduos em caixas de gordura, a presença de biofilmes em caixas d’água e a infestação por pragas representam ameaças “silenciosas”, extremamente perigosas.

Desde mosquitos, ratos, baratas e até formigas que parecem inofensivas podem carregar bactérias, vírus e fungos que contaminam superfícies, alimentos e até instrumentos médicos em muitos casos.

Da mesma forma, caixas d’água mal higienizadas podem espalhar micro-organismos por todo o hospital, afetando inclusive a água que é usada na limpeza de leitos e na alimentação dos pacientes.

Esses riscos aumentam muito as chances de infecções hospitalares. Sem dúvida, impacta negativamente na recuperação dos pacientes, eleva os custos com internações e afeta a reputação da instituição.


Normas da Anvisa: o que a legislação exige das instituições de saúde?

A legislação brasileira é muito clara quanto à necessidade de manter ambientes hospitalares limpos e livres de pragas.

A RDC nº 50 da ANVISA, por exemplo, estabelece diretrizes para o projeto físico de estabelecimentos assistenciais de saúde. Além disso, também ressalta a importância da manutenção e de manter um controle ambiental contínuo.

Além disso, a Vigilância Sanitária também exige que hospitais realizem rotinas de limpeza programada de caixas d’água (com comprovação documentada), controle de vetores e pragas urbanas e mantenham registros de todos os serviços realizados, incluindo datas, métodos e produtos utilizados. Portanto, ignorar essas exigências pode levar à multas e interdições parciais ou totais da unidade de saúde, além de colocar em risco toda a saúde pública.


Qual a frequência ideal e como escolher um prestador confiável?

Para manter a segurança hospitalar com eficiência, os serviços de controle de pragas e limpeza técnica devem seguir um cronograma regular.

A higienização das caixas d’água, por exemplo, deve ser feita a cada seis meses, no mínimo, ou em intervalos menores, dependendo do uso e da estrutura do hospital.

Já a limpeza das caixas de gordura deve ocorrer com uma frequência mensal ou quinzenal, em especial em cozinhas hospitalares que contam com um grande volume de preparo de alimentos diariamente.

Já o controle de pragas deve ser contínuo, sendo baseado em monitoramento periódico, ações preventivas, assim como intervenções em caso de indícios de infestação.

Mas, na hora de contratar uma empresa, é fundamental verificar alguns aspectos para ter segurança. Por exemplo:

  • Se ela possui registro nos órgãos competentes;
  • Quais produtos a empresa utiliza (devem ter autorização da ANVISA);
  • Se oferece relatórios técnicos e certificados após cada serviço,
  • Se os profissionais têm treinamentos e utilizam EPIs.


O Grupo ZA, por exemplo, atua lado a lado com gestores hospitalares para mapear áreas críticas, realizar higienizações técnicas com equipamentos de última geração e promover controle de pragas com total segurança e discrição, tudo de acordo com as exigências da Anvisa.


Boas práticas: quando o cuidado faz toda a diferença na segurança hospitalar

Hospitais que adotam boas práticas em limpeza técnica e controle de pragas garantem ambientes mais seguros para pacientes, profissionais e visitantes.

Dentre as principais e mais importantes estão:

  • Realize a higienização de caixas d’água a cada 6 meses ou com maior frequência em áreas críticas, como UTIs e centros cirúrgicos;
  • Agende a limpeza das caixas de gordura quinzenal ou mensalmente;
  • Mantenha um programa contínuo de controle de pragas, com visitas técnicas regulares, monitoramento e intervenções preventivas;
  • Registre todos os serviços realizados, com datas, profissionais envolvidos e produtos utilizados;
  • Utilize apenas produtos certificados pela ANVISA;
  • Faça inspeções periódicas em áreas de risco, como almoxarifados, cozinhas, áreas externas e depósitos,
  • Oriente a equipe interna sobre cuidados com o descarte de lixo, limpeza de superfícies e identificação de sinais de infestação.


Com a atuação do Grupo ZA, essas práticas se tornam rotina!

Acesse o nosso site e conheça os serviços especializados de limpeza técnica, higienização de caixas d’água, caixas de gordura e controle de pragas para instituições de saúde!

Grupo ZA

Somos um conglomerado de empresas que, unidos, criamos o Grupo Z.A., um espaço full service, com um portfólio completo de soluções para condomínios, indústrias, comércios e lares de forma eficiente e ágil. Realizamos serviços de controle de pragas, limpeza especializada, desentupimento, além de soluções em engenharia e projetos. Quer mais informações, entre em contato com a nossa equipe pelo telefone (11)3105-9526 ou WhatsApp (11)96401-6061.